.: Vizinhança do Chaves :. DEFINITIVAMENTE CHESPIRITO. Chaves e Chapolin

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Papo Chavesmaníaco: Bia Nunes

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Olá amigos do meio CH! Espero que tenham passado uma boa semana e estejam animados para saber mais sobre a entrevistada de hoje que eu conheci ainda como usuária do FUCH e que atualmente possui participação ativa nas discussões em torno das séries de Chespirito, vamos ver o que a Bia Nunes tem para contar pra gente.

Will CH: Olá Bia! Seja bem-vinda ao Papo Chavesmaníaco! Para começar a entrevista, conte-nos um pouco sobre como conheceu o meio CH.

Bia Nunes: Para iniciar, entre 1999 e 2001, meu pai e meu irmão estavam assistindo alguns episódios de Chaves e de Chapolin em algumas fitas VHS. A partir disso eu comecei a assistir e gostar de CH. A partir de 2002 ou 2003, eu comecei a gravar vários episódios CH em diversas fitas VHS, dia após dia. Era assim: antes eu gravava episódios; mais tarde, somente blocos inteiros de episódios, em que tinham partes que estavam cortadas nos mesmos episódios gravados em outras fitas (somente em Chaves), pois eu começava a ficar irritada com os cortes. É claro que tive períodos em que tive que parar de gravar. No ano passado, voltei a gravar episódios CH em fitas VHS por causa dos episódios semelhantes de Chaves (pois não tenho gravador, pelo menos ainda tive fitas de sobra pra isso). E agora já estou prosseguindo minhas gravações com os inéditos e perdidos de Chapolin nas minhas fitas VHS.

Agora, de meio CH, se não me engano, só comecei a ver informações sobre CH em 2009 ou 2010, quando eu comecei a baixar episódios e vendo informações e curiosidades em relação ao mundo CH, principalmente nos sites CH Portal Chaves e Chespirito BR, e claro, pela Wikipédia. Depois vi outros sites que também tratam de CH, e também conheci os fóruns Fórum Chaves e o FUCH, inicialmente em busca de episódios, e também de BGMs. Mas logo depois tinham vindo várias informações interessantes nos fóruns, principalmente sobre a volta dos nove episódios inéditos e perdidos de Chaves. Foi daí que me registrei nesses dois fóruns em Agosto de 2011. Depois vieram várias novidades para serem registradas no meio CH que sempre acompanho: novas BGMs, episódios semelhantes, novas dublagens, etc, etc.

W: Você faz parte de uma minoria de mulheres ativas no meio ch, a que se deve este fato?

BN: Não sei como responder muito bem. São vários assuntos que são muito interessantes para eu postar, principalmente sobre CH, e um pouco sobre cotidiano e TV. Acho que foi por isso que me tornei ativa. É claro que tive um tempo que fiquei inativa por falta de tempo, devido aos estudos.

W: Como é o seu relacionamento com os demais participantes dos fóruns?

BN: Bom, com vários usuários eu tenho um relacionamento amistoso, mas não com todos. Há algum tempo, me senti incomodada por um dos usuários, que foi banido de dois fóruns. Mas enfim, conheci vários usuários, dos antigos aos que chegaram recentemente, que acho que maioria é gente bacana, e ao mesmo tempo engraçada. É claro que inicialmente me senti incomodada por posts de alguns usuários, por causa do meu fanatismo. Mas agora estou caindo, aos poucos, na real, e comecei a entender, aos poucos, com os demais.

W: Prefere Chaves, Chapolin ou Chespirito?

BN: Tenho que escolher uma?
Enfim, estou mais acostumada a gostar de Chaves, mas Chapolin também é super legal. Ainda não estou acostumada a assistir o Programa Chespirito.

W: Uma cena que já te fez gargalhar:

BN: Tenho várias cenas que me fazem rir, mas vou mencionar uma delas:
No episódio do fotógrafo, quando o Seu Madruga fala os preços pra Dona Florinda.

W: Em meios aos compromissos pessoais, ainda assiste CH com frequência? De que modo? (tv, internet, dvd…)

BN: Assistia pouco de CH na TV, devido à aquela saturação e aos cortes. No computador até assisto com alguma frequência, mas não sinto a mesma emoção do que assistir na TV.
Agora com a volta de Chapolin e dos episódios de Chaves no horário da tarde, talvez eu volte a assistir com frequência na TV e sentir novamente a emoção. Mas, não vai demorar muito para que eu volte a assistir pouco CH.

W: O conteúdo das séries de Roberto Bolaños, especialmente Chaves, tem como característica especial a proximidade dos personagens com figuras típicas do nosso cotidiano, talvez esse seja uma das “chaves” do sucesso de CH. Com qual personagem da vila do Chaves você se identifica mais? Por quê?

BN: Difícil responder. Mesmo que eu não consiga lembrar quais características dos personagens, acho que me identifico mais com a Chiquinha. Devido a várias ações e características que me assemelho a ela: pedir aos pais para comprar alguma coisa; gostar de alguém, que o mesmo não queira ficar; se preocupar com o pai, principalmente o motivo de sua raiva…

W: Você têm se mostrado uma grande admiradora de desenhos clássicos comos os da Warner. Até que ponto uma boa dublagem pode interferir no sucesso de uma obra como a de Chespirito?

BN: Se for uma dublagem que seja natural e que combina com o personagem, o dublador pode ser imortalizado; e o desenho, seriado ou filme pode ser considerado bom nesse quesito. Foi como aconteceu com as séries CH, alguns desenhos do Looney Tunes, a dublagem antiga do Tom e Jerry…

W: O que espera do novo lote de dublagem ch que está por vir?

BN: Não estou muito esperançosa, pois vai ser difícil aceitar uma nova dublagem, ainda mais que alguns dubladores que conhecemos e que são consagrados não estão mais conosco. Mas vamos esperar mais um pouco para vermos os resultados definitivos.

W: Pra terminar, se um dia pudesse encontrar com Chespirito, o que diria a ele?

BN: É difícil dizer. Ficaria enrolada ao dizer a ele, por conta do nervosismo, timidez e sentir emoção ao vê-lo. Mas eu diria que os seriados que produziu refletem muito no cotidiano do mundo afora; perguntaria se a realidade te fez inspirar para fazer os seriados CH; e claro, dizer que estou gostando de suas obras, principalmente na época de quando o elenco era completo.

Obrigado pela entrevista, um abraço!

1 comentário

  1. victor235

    Ótima entrevista, com respostas completas da Bia.

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