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Tenia que ser el Chavo: “Não é sério este cemitério”

Esta coluna é uma homenagem a todos os atores CH que já morreram, os quais Deus tem em Sua Santa Glória, e que jamais esqueceremos.

01. Ramón Valdés (1923-1988)

Faleceu em 9 de agosto de 1988, vítima de um câncer no estômago. Depois de várias semanas no hospital, o câncer se expandiu até a coluna vertebral, vitimando Ramón.

Antes de morrer, Edgar Vivar foi ao hospital se despedir de seu amigo dizendo “Nos encontraremos lá em cima”, porém, Ramón, sem perder seu humor, disse “ou lá em baixo”.

No dia de seu funeral, Angelines Fernández seria a única a estar durante 4 horas parada ao lado do caixão de seu companheiro dizendo sem parar e com dor no coração: “Meu boneco”.

02. Raul “Chato” Padilla (1918-1994)

No dia 3 de fevereiro de 1994, Raúl “Chato” Padilla falecia na Cidade do México aos 75 anos de idade. Ele atuou com Ramón Valdés somente no filme “El Chanfle” (1978), e fez mais de 40 filmes em toda a sua vida, incluindo “O Ministro e Eu” com Mário Moreno “Cantinflas”. Deixou seu filho Raul Padilla “Choforo”, que trabalho com Jorge Ortiz de Pinedo e Roberto Gómez Fernandez.

3. Angelines Fernández (1922-1994)

Em 25 de março de 1994, com 71 anos de idade (curiosamente número de sua personagem), devido a câncer no pulmão, falecia Angelines Fernández. Ela era a única integrante do grupo nascida em outro país (Espanha) e graças a Ramón Valdés que entrou no elenco de Chespirito, já que ele a apresentou a Bolaños.

4. Horacio Gómez Bolaños (1930-1999)

No dia 21 de novembro de 1999, faleceu aos 69 anos de idade e vítima de um ataque cardíaco, o irmão de Roberto Gómez Bolaños, Horácio Gómez, lembrado pelo personagem Godinez no programa Chaves. Sua cinzas repousam na Paróquia Madre de Deus de Czestochowa, na Lomas de Chapultepec.

Todos eles serão sempre lembrados pelos seus personagens, e sobretudo, por seu humor.

Ainda que não estejam fisicamente conosco, sentimentalmente estarão sempre em nossos corações.

*O título desta coluna “Não é sério este cemitério” é uma canção da banda espanhola Mecano, composta por José Maria Cano.

Texto escrito por Carlo Oriali (direto do México)

Traduzido por Seu Furtado

Imagens retiradas da internet.

3 Comentários

  1. o carlo oriali escreve aqui tanbem, chanfle, kkk, meu grande amigo escreve neste blog, parabens carlo oriali, otima coluna

    • victor235

      Faz muito tempo, ele foi (e ainda é) um dos primeiros colunistas do blog ;). É nosso correspondente internacional.

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